domingo, 28 de fevereiro de 2016

Resenha do filme DEADPOOL

Meninas e meninos lindos ontem fui ao cinema assistir um filme que esta sendo muito comentado o REGRESSO (2016) com o nosso lindo Léo de Cáprio, porém as 20:00hs já estava esgotada a sessão, a ultima alternativa era  o DEADPOOL,EUA  (2016). Então aqui esta a resenha deste filme.




Gênero: Aventura, Comédia, Ficção Científica
Duração: 106 min.
ElencoRyan ReynoldsMorena Baccarin, Ed Skrein. T.J. MillerBrianna HildebrandStefan KapicicGina Carano
Trilha Sonora: Tom Holkenborg (Junkie XL)
RoteiroPaul Wernick, Rhett Reese
Direção: Tim Miller
Cotaçãostar_3



Em meados dos anos 90 a Marvel sofreu com  os piores anos da editora. Foi uma era que primou por exageros em várias frentes, inclusive nos traços dos desenhos. Foi nessa época que surgiu o Venom, um dos mais famosos inimigos do Homem-Aranha, e também foi no início desse período que surgiu o Deadpool, inicialmente como um vilão em uma história dos Novos Mutantes. Com o tempo, o mercenário falastrão foi ganhando popularidade e um título próprio. Como ele não é exatamente um herói, está liberado para matar e a ferir.

O filme, nesse sentido, é muito fiel, inclusive, ao senso de humor do personagem, nas piadinhas que se seguem à exaustão, e por aí vai. O problema é que de 100% das piadas, eu devo ter rido em apenas 3% no máximo. E nada pior do que você estar em uma sala de cinema com gente rindo e você não vendo muita graça naquilo. É como se os roteiristas e o diretor não conseguissem impor um timing exato para que essas piadas funcionassem, principalmente quando elas estão dentro das cenas de ação. 
Há bons momentos, como a piada envolvendo o Liam Neeson, ou as brincadeiras com as datas comemorativas e a namorada (Morena Baccarin), antes de Wade Wilson (Ryan Reynolds) ser diagnosticado com câncer e se transformar no duro de matar Deadpool. Aliás, seria preferível dizer impossível de matar. O anti-herói tem como principal característica a autorregeneração de seu corpo. 
Sim, o filme tem esse aspecto legal de trazer uma avalanche de referências pop do mundo dos quadrinhos, mas também do mundo do cinema. E tem também a ótima caracterização do personagem com um uniforme que não parece, na maior parte das vezes, CGI, mas uma roupa de couro mesmo. Mas isso não impede, por exemplo, que essa aproximação do real faça com que a violência gráfica seja impactante. Ela está lá, mas não parece fazer diferença nenhuma. Para o bem ou para o mal.
Resta elogiar o filme pelas brincadeiras (algumas ousadas e picantes), pelos créditos iniciais criativos, pelo sarro metalinguístico que tira com a própria produção (quando Deadpool diz que o estúdio não teve dinheiro para contratar mais X-Men, por isso só aparecem Colossus e uma mutante aprendiz),e pela fidelidade ao personagem. Mas, sinceramente, como comédia, deixou a desejar, numa nota de 0 a 10 eu daria 5 pelo filme e 1 pela comédia que na minha opinião eu não vi muita graça.
E se você que já assistiu tem alguma contra resenha, o que você diria desse filme? Deixe a sua opinião aqui nos comentários, um super beijo e ate o próximo filme.





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